Diariamente nos deparamos com a palavra energia, sempre em oposição a um estado de fraqueza, impotência, ineficácia, vagareza, entre outros. Exemplos não faltam: os remédios prometem aumentar a nossa energia física e mental; as academias e os aparelhos esportivos sinalizam uma vida prolongada e de muita energia física; os fisioterapeutas pregam a melhoria de energia do tônus muscular para manter o corpo em perfeita harmonia de movimentos; os cultos religiosos professam a fé como energia espiritual; as dietas sugerem perder gordura, mas para que isto aconteça é necessário que tenhamos energia para ‘malhar’. E por ai vai! – e todos esses apelos estão corretos para o entendimento que buscam transmitir, afinal, em termos gerais, energia se refere ao potencial inato para a execução de um trabalho ou para a realização de uma ação.
Encontramos também a energia, como força em ação, nos diversos contextos da vida a serviço da humanidade, e podemos citar alguns exemplos apenas como informação para um saber comum: energia biológica; energia cinética; energia térmica; energia potencial; energia elétrica; energia calorífica; energia atômica; energia nuclear; energia química; energia humana; energia animal; energia gravitacional; energia eólica; energia solar; energia mecânica… Ufa! Haja energia, até para falar sobre a dita cuja. E um ponto interessante a ressaltar, nesse encadeamento de ideias, é o de que a energia produzida pelos músculos humanos foi a primeira e mais primitiva forma de energia descoberta pelo homem, do mesmo modo que a energia térmica, conseguida pelo fogo, foi a primeira demonstração da inteligência humana a seu favor. E não paramos por ai não, ainda bem, até hoje continuamos a buscar novos tipos de energia para suprir novas necessidades humanas, e agora, mais do que nunca, em face de uma causa fundamental que é a sustentabilidade do planeta.
Bem, aonde eu quero chegar com toda essa discursiva a respeito de energia, já que o titulo do texto sugere comportamento humano? Em primeiro lugar, me parece relevante ampliar (ou reciclar) a nossa visão sobre energia de modo geral, e não podemos negar que o planeta é movido fundamentalmente por diversas energias, das quais nos beneficiamos… e muito. Em segundo lugar, por consequencia do anterior, temos a obrigação (inclusive para a sobrevivência das futuras gerações) de conservar e dispor da melhor maneira possível as energias que já conquistamos (algumas, sabemos, não são renováveis) – uma questão de consciência pessoal… e fraternal. Em terceiro lugar, agora, impregnados de energia conceitual (o que lemos até o momento), podemos refletir um pouco mais sobre a nossa energia humana interna, aquela que nos move neste plano físico em que nos encontramos temporariamente – aliás, por pura benevolência divina. Esta, sim, é energia renovável…sempre.
No universo os aspectos mais relevantes para o ser humano é a dualidade existente, e penso que ninguém mais tenha dúvidas a respeito. Exemplos: o dia e a noite; o sol e a lua; a chuva e a seca; o frio e o calor, etc. Já para o ser humano, na vida em geral, a dualidade é refletida na sua relação interna (com o seu Eu) e na sua relação externa (com os outros). Exemplos: a vaidade e a modéstia; o orgulho e a humildade; a riqueza e a pobreza; a alegria e a tristeza, etc… Diante desse fato, é certo acreditarmos que energias negativas gravitam pelo universo e que acabam por transmitir ceticismo, apatia, amargura, rancor, antipatia, dentre tantos outros sentimentos maléficos às pessoas – apesar da influencia da dualidade do universo e das energias positivas que muitos de nós exprimem. O melhor seria buscarmos o antônimo desses sentimentos, ou seja: ceticismo versus otimismo; apatia versus interesse; amargura versus doçura; rancor versus afeto; antipatia versus simpatia – e até mesmo empatia (a capacidade de se colocar no lugar do outro e entender as suas preocupações e o seu jeito de ser). Se o universo é sábio nós também devemos ser, até por dever de oficio, e somos, mas precisamos demonstrar isto com frequencia nas nossas atitudes cotidianas. Lembre-se: a energia humana é (e deve ser) renovável. Basta uma atitude: humildade para mudar.
Vale ressaltar que energias negativas são aquelas geradas por fígados de pessoas mal resolvidas, e esses sentimentos ruins são excretados especialmente pelos atos insanos e palavras ácidas nas relações interpessoais, quer seja em casa com os familiares, quer seja no trabalho com os colegas, e até mesmo nas nossas convivências circunstanciais. Convenhamos, são atitudes negativas que ninguém mais suporta hoje em dia, em vista de um mundo bem mais evoluído em que vivemos (moral e intelectualmente falando).
Enfim, o ser humano é o único responsável pela sua total felicidade, e isto não exclui, de forma alguma, a generosidade que ele deva ter para com os outros, inclusive para também proporcionar ao próximo a busca da sua felicidade. Aliás, uma excelente troca de energias. E essa é, certamente, a dualidade de maior energia do universo: “amar ao próximo como a si mesmo”. Pense nisso. Seja feliz, com muita energia positiva! Na dúvida olhe para o universo, em última hipótese você vai estar olhando para Deus. Aproveite e renove a sua energia com Ele.
AUTOR: CARLOS MINA – consultor, palestrante e escritor (imprima e divulgue, se desejar, mas não omita a fonte).
Nessa época de mudanças e de adaptação ao mundo novo, não há mais emprego estável como se conhecia no passado. Já sabemos disso! A razão da estabilidade hoje tem a ver com a competência e não mais com o correto cumprimento de horários ou com a simples relação de amizade com quem decide. Também sabemos a respeito!
Entretanto, os resultados são a razão da permanência de uma pessoa na empresa.
Competência é aptidão para o trabalho. É o CHA (conhecimentos, habilidades e atitudes), que forma o conjunto de capacidades para se agir em determinada situação – é a chave do sucesso profissional de quem quer que seja. Conhecimentos e habilidades tornam a pessoa capaz, o que significa ter experiência e aptidão para desenvolver determinada atividade. Parece muito simples, mas não é!
Vamos à prática. Coloque no papel, ou melhor, no word (mundo novo), três colunas: Conhecimentos, Habilidades e Atitudes, e identifique suas capacidades, ao menos com dez fatores em cada termo. Atenção! Não anote suposições, mas sim, as suas legítimas habilitações.
Exemplo: Conhecimento (técnicas de negociação trabalhista) – Habilidade (firmar acordo conciliando interesses entre as partes) – Atitude (manter as bases do acordo pessoalmente). Atenção novamente: esses três termos precisam estar interligados, ou seja, ao definir o primeiro, os dois seguintes devem estar relacionados a ele.
Muito bem, ao construir o seu quando de competências, conforme a sua ocupação, cargo ou pretensão, avalie o que falta no seu portifólio profissional, e o que necessita ser reciclado para concorrer em igualdade de “armas”.
Está pronto? Está seguro? Então, ‘venda’ as suas qualidades. Use o CHA com convicção.
Alguns pontos a mais para refletir:
“Ter habilidade significa ser mais do que capaz, mais do que instruído, pois mesmo aquele que houver lido e presenciado tudo sobre um determinado assunto pode não ser capaz de reproduzir a ação na prática com êxito. Habilidade seria, assim, um indicativo de capacidade, particularmente na produção de soluções para um problema específico.” (Voltaire, filósofo iluminista.)
“Na área da educação, habilidade é o saber fazer. É a capacidade do indivíduo de realizar algo, como classificar, montar, calcular, ler, observar e interpretar. A capacidade da pessoa em mobilizar suas habilidades (saber fazer), seus conhecimentos (saber) e suas atitudes (saber ser) para solucionar determinada situação‑problema é chamada por alguns educadores de competência. Assim, entender os conceitos é uma coisa, interpretá‑los é outra e posicionar‑se diante disso é outra.” (Philippe Perrenoud, doutor em sociologia e antropologia, professor da Universidade de Genebra, Suíça, e uma referência para educadores.)
Em outras palavras: não há trabalho feito de forma competente sem o uso do conhecimento. Do mesmo modo, não há decisões coerentes e apropriadas sem habilidades, e não há comprometimento sem atitudes.
Vá em frente! Você pode, mas se achar que não pode, mesmo podendo, não conseguirá. Sucesso!!!
Ouvindo uma palestra dia desses, prestei muita atenção à observação do apresentador ao ressaltar a quantidade de alimentos que cada um de nós, para sobreviver, consome durante uma vida inteira, e o quanto toda a natureza contribui para esta admirável façanha. Ele fez um cálculo aproximado deste consumo e prosseguiu dando ênfase ao comportamento das pessoas (novamente as pessoas no centro das atenções), que demonstram não estarem nem um pouco preocupadas.
Confesso que sai da palestra bastante surpreso com os números… relativos, é claro, pois eu nunca havia parado para pensar a respeito – nem sobre o consumo, tampouco sobre a generosidade do planeta. Resolvi pesquisar um pouco mais, e veja só o que a Nat Geo britânica e algumas outras fontes dizem a respeito:
De saída: 11 bilhões de árvores devastadas e 8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono liberados na atmosfera em 2007, somados às 40 toneladas de lixo que um indivíduo produz durante sua vida dão conta de que o ser humano é o único animal sobre a Terra que pode alterar significativamente o estado do planeta.
Muito bem, vamos aos números:
A média de vida humana é de 2.475.576.000 segundos.
Uma pessoa normal experimentará e participará da vida, olhando os acontecimentos em 415 milhões de piscadas.
Uma pessoa normal derramará 61,5 litros de lágrimas durante toda sua vida.
Verá (alguns, é claro) 148 minutos de televisão por dia, 900 horas por ano, o que equivale a 2.944 dias (8 anos completos) durante sua vida (aliás, uma significativa perda de tempo, na minha opinião).
Lerá 533 livros e 2.455 jornais durante toda a vida.
Pronunciará 4.300 palavras por dia, isto é, aproximadamente 123.205.740 palavras em toda sua vida.
Caminhará 317 quilômetros por ano.
Dirigirá 9.279 quilômetros por ano, o que soma 728.489 quilômetros ao longo da vida. Isto equivale ir à Lua e voltar.
E ainda consumirá: 74.800 xícaras de café, 9.000 litros de leite, 6.000 litros de cervejas, 1.694 garrafas de vinhos (vale lembrar que 0.7% da população sempre se encontra em estado alcoolizada – bêbada), 30.000 barras de chocolate, 7.163 banhos, 656 sabonetes, 11.000 absorventes femininos, 4.388 rolos de papel higiênico, 445 jornais, 3.800 fraldas, 30 mil comprimidos, 272 desodorantes, 276 tubos de pasta de dente, 411 produtos para a pele, 35 potes de gel para cabelos, 198 frascos de xampu, 11.500 lavagens de cabelo, etc…
E de quebra se envolverá com: 1.700 pessoas (relacionamento), 4.239 orgasmos, 3 paixões, 1 a 2 casamentos, 8 carros, 5 vasos de vômito, 9 metros de cabelos, 9 metros de barba, 3.000 puns, 2.865 kg de matéria fecal (cocô), etc…
Os números são assustadores, como era de se esperar. Excluindo alguns aspectos específicos – de caráter e de natureza humana, a maioria impacta no equilíbrio do planeta, uma vez que ação gera reação. Não seriam essas as causas que provocam o que estamos vendo acontecer com a natureza? A pergunta óbvia a ser feita é: como ficaria o planeta daqui para frente, especialmente para as novas gerações? Ele suportaria a multiplicação dessa carga por quanto mais tempo? O objetivo aqui não é puxar orelhas, mas apenas refletir: o que eu tenho feito para minimizar os impactos no planeta, a partir das minhas atitudes e do meu comportamento? Preciso mesmo consumir a quantidade que venho consumindo? Tenho que fazer as coisas da maneira como faço?
Pense sobre isto! Fale com os seus empregados a respeito. Dissemine a ideia da sustentabilidade, começando com pequenas ações pessoais, como: não jogar óleo usado na pia da cozinha; desligar as lâmpadas quando não estiver ninguém no recinto; usar menos papel de forma geral; economizar água; usar menos o carro e caminhar mais; comer menos (porque não? – faz bem à saúde e ao bolso); regular melhor o motor do carro; usar recipientes apropriados para descartar “lixo”, entre outras. Há formas e formas de ajudar e se tornar útil ao mundo. Um grande exemplo é o do mega empresário Bill Gates, que se afastou da sua empresa para ajudar na carência social no quesito doença, e já doou 31 bilhões de doláres da sua fortuna pessoal para ações humanitárias com o propósito de acabar com a Aids. Na mesma proporção do Sr. Gates podemos doar orientações, instruções e explicações, todos os dias, sobre comportamento humano… social e sustentável. Vale lembrar que uma empresa é, antes de qualquer coisa, uma instituição social – tem por dever de ofício cumprir bem essa atribuição.
Portanto, se você é um gestor, incorpore às suas funções o papel de educador… e de conscientizador nesse campo. Se você não é um gestor, mas tem consciência da sua responsabilidade social, junte-se a esse propósito. Vamos em frente… vamos dar o troco a tanta generosidade da natureza!
AUTOR: CARLOS MINA – consultor, palestrante e escritor (imprima e divulgue, se desejar, mas não omita a fonte).
Quando o assunto é segurança, preservar a vida, toda atenção é pouca, afinal o tempo por aqui, nessa existência, é computado segundo a segundo. De acordo com o IBGE a expectativa média de vida do brasileiro é de 76,3 anos, um aumento de três meses e quatro dias em relação a 2017. Ufa, que bom! Calma aí. Vale lembrar que esse tempo médio é para quem nasceu a partir de 2018. Portanto, hum, se você for como eu que já votou para presidente da república mais de seis vezes, o tempo de vida médio certamente é outro. Mas, claro, tudo dependerá da forma de viver de cada um, não é mesmo? Não vou entrar no mérito da questão da saúde, porque são inúmeros os especialistas que falam desse assunto. A nossa conversa aqui é falar do papel do líder na segurança do trabalho, a propósito, um papel que representa uma responsabilidade e tanto. Como líderes temos que cuidar do dia a dia da gestão. O tempo não para (Cazuza). E como dizia Einstein: “A vida é como andar de bicicleta. Para se manter equilibrado, é preciso seguir em frente.”
Um dos pontos fundamentais da gestão estratégica de líderes está no controle absoluto da segurança e saúde do trabalho, área que envolve aspectos legais e responsabilidades compartilhadas, e que hoje é preocupação de qualquer empresa. Não poderia ser diferente, afinal o direito à vida é o bem mais relevante de todo ser humano, e a dignidade da pessoa humana é um fundamento da constituição federal brasileira, assim, consequentemente, quando uma pessoa está sob a direção e subordinação de uma outra, como é o caso da relação de emprego, esse encargo é evidente. Não há que se ter dúvidas a respeito, cabendo ao empregador e seus prepostos cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho. Ponto final!
Há, portanto, um dever de prevenir por parte das empresas que se baseia nas NR (normas regulamentadoras) e, muito mais do que isso, nos aspectos ético e moral da administração em cuidar da vida de quem está à seu serviço.
Ser o “dono de área”. Na segurança do trabalho, o líder deve exercer com propriedade esse papel de “dono” no que estiver sob sua responsabilidade, lembrando a existência de penalidades trabalhistas, cíveis e criminais por omissão, inação ou displicência na exposição da vida de outrem a perigo iminente. Dono de área significa que o líder é diretamente responsável por todos os programas e processos de segurança e saúde do seu local de trabalho, ou seja, pela organização e pelas condições de trabalho.
A relação direta com seus liderados lhe permite usar todos os recursos técnicos e administrativos da empresa para prevenir e reduzir perdas, acidentes, incidentes e doenças do trabalho. A principal recomendação é que o líder reforce a obrigatoriedade do uso dos equipamentos de proteção individual e coletiva, e a conscientização dos riscos do trabalho. Treine a equipe o mais que puder. Treinamento não mata; o que mata é falta de conhecimento. Simples assim.
Certamente, o ideal seria o empregado também ter esse senso de responsabilidades nas suas atividades (dono da rotina profissional – autogestão); afinal a vida é dele, e não é certo pensar que o líder é o único responsável pela segurança na empresa. O líder deve ser o mantenedor do valor Segurança, prover os recursos, e o empregado cumprir regras e salvaguardar sua própria vida. O empregado deve querer preservar a própria vida por convicção pessoal e não por receio de sanções administrativas. Entretanto, essa consciência de mudança deve ser muito bem trabalhada pelo líder no dia a dia da gestão.
Agora, lembre-se, você como líder tem que ser exemplo em tudo que se refere a comportamentos e atitudes. Você, queira ou não, é um espelho e suas ações refletem, de forma positiva ou negativa. Não se pode ‘pregar pelos quatro cantos’ alguma coisa em que não se acredita. Em pouco tempo os liderados percebem o falso líder, aquele que fala, mas não faz. E a decadência é questão de tempo.
Para ser líder é preciso, antes de tudo, ter convicção pessoal para representar um papel essencial para lidar com pessoas e resultados, e no final deixar um legado de ensino e exemplo.
Conforme o Sr. Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, “Liderança não significa cargo, privilégios, títulos ou dinheiro; é responsabilidade. Uma responsabilidade do líder é ser um modelo a seguir dos pontos de vista moral e ético”.
Assim, seguimos em frente, e a todo momento um movimento construtivo. Ah, não fique nos 76,3 anos como expectativa média de vida (79 anos para as mulheres); ao contrário, pense em mais duas décadas pelo menos. Vamos nos ver por lá.
Viver vale a pena! Cuide-se, cuide dos outros e se deixe cuidar.
AUTOR: CARLOS MINA – consultor, palestrante e escritor (imprima e divulgue, se desejar, mas não omita a fonte).
A maioria das empresas realiza o DDS com os empregados por meio dos líderes, antes do início do expediente.
Sugerimos que esses diálogos sejam dinâmicos e bem atraentes, fugindo da mesmice, caso contrário, não vão demover atitudes não seguras dos trabalhadores. Já participamos de inúmeros deles, e alguns acrescentam muito pouco em termos de ações preventivas. O líder não deve falar só do uso de EPI, mas também, e principalmente, do valor da vida – segurança é vida, e do comportamento seguro, cumprir os procedimentos de segurança para controlar, reduzir e/ou eliminar riscos de acidentes.
Passe uma “lição de casa” para a equipe, pedindo que tragam temas relacionados à segurança para serem apresentados. Esforce-se para ligar o tema à realidade da empresa e da sua área de trabalho (valores da empresa, filosofia de trabalho, riscos das atividades).
Para falar do valor da vida, o líder pode trazer temas do cotidiano. Por exemplo: hoje (2021), a média de vida dos brasileiros passou a ser de 76 anos, então, é importante manter os exames médicos em dia, praticar exercícios, adotar bons hábitos alimentares etc. Deve sempre ligar o tema segurança à família, às responsabilidades, ao respeito e ao agradecimento pela vida etc.
Ao falar do “comportamento seguro”, o líder pode tratar da capacidade que o ser humano tem de se prevenir usando os seus cinco sentidos e o raciocínio. Pode falar sobre a capacidade de aumentar a percepção no trabalho fazendo uma análise preliminar dos riscos. Cite atitudes comuns, mas que precisam ser observadas.
Por exemplo: descer e subir escadas segurando o corrimão; atravessar nas faixas de pedestres (dentro ou fora da empresa), respeitando os faróis de trânsito; não caminhar operando o celular para atender ou enviar mensagens; não correr na empresa, e por aí vai. Sugiro que você releia o capítulo O papel de líder educador, onde há ótimos conceitos sobre os quais pode conversar com sua equipe.